As rainhas dos anos 60 – parte final – Audrey Hepburn

Audrey Kathleen Ruston, conhecida internacionalmente por Audrey Hepburn. Nasceu em Ixelles, Bruxelas-capital da Bélgica em 04 de Maio de 1929, foi uma premiada atriz, modelo e humanista belga, radicada na Inglaterra e Países Baixos, eleita em 2009 a atriz de Hollywood mais bonita da história.
É considerada um ícone de estilo e terceira maior lenda feminina do cinema, de acordo com o American Films Institute.
Audrey estrelou diversos filmes, entre eles “Bonequinha de Luxo” e “A princesa a o Plebeu.”, filmes que lhe renderam o Oscar de Melhor Atriz, além de Indicações ao Globo de Ouro, ao BAFTA e ao NYFCC Award. Foi a quinta artista , e a terceira mulher, a conseguir ganhar as quatro principais premiações do entretenimento norte-americano, o EGOT – acrônimo de Emmy, Grammy, Oscar e Tony.
No dia 08 de Fevereiro de 1960, Audrey ganhou uma estrela na calçada da fama em Hollywood, em homenagem a sua dedicação e contribuição ao cinema mundial.

Audrey, era a unica filha de Joseph Anthony Ruston (um banqueiro britânico-irlandês) e Ella Van Heemstra (uma baronesa holandesa descendente de reis ingleses e franceses).
Tinha dois meio-irmãos, alexander e lan Quarles Van Ufford, do primeiro casamento de sua mãe com um nobre holandense.
Os pais de Audrey se divorciaram quando ela tinha 9 anos. Para manter a jovem afastada das brigas familiares, sua mãe enviou-a para um internato na Inglaterra, onde ela se apaixonou pela dança, aprendendo balé.
Com o fim da Guerra, Audrey e sua mãe mudaram-se para a Inglaterra, onde ingressou na prestigiada escola de dança Marie Lambert. Mas sua professora foi categórica: ela era alta demais e não tinha talento suficiente para tornar-se uma bailarina prima. Desiludida, passou a trabalhar como corista e modelo fotográfica para garantir o sustento da família.
Foi neste ponto que decidiu investir em outra área: a atuação. Sua estreia foi no documentário Dutch in Seven Lessons, seguido por uma série de pequenos filmes. Em 1952, viajou para a França para a gravação deMontercarlo Baby, e foi vista no saguão do hotel em que estava hospedada com o elenco pela escritora Collette. Naquele momento, Collette trabalhava com a montagem para a Broadway da peça Gigi, cujo papel-título ainda não tinha intérprete. Encantada com Audrey, decidiu que ela seria a sua Gigi.
As críticas para Gigi não foram de todo favoráveis, mas era opinião geral que aquela desconhecida que interpretava o papel principal era destinada ao sucesso.
Pouco tempo após o encontro com Collette, Audrey participou de uma audição para o filme A Princesa e o Plebeu. Encantado com a atriz, o diretor William Wyler escalou-a para viver a Princesa Ann, dividindo a cena com Gregory Peck, que também surpreendeu-se com o talento da companheira.

O sucesso da produção foi também o de Audrey. Hollywood amou-a imediatamente e a agraciou com o Oscar de Melhor Atriz.

 Três dias após a cerimônia do Oscar, recebeu o Tony por sua atuação em Ondine. A peça fora uma sugestão de Mel Ferrer, por quem se apaixonaria durante a temporada na Broadway. Os dois foram apresentados por Gregory Peck em uma festa em 1954 e se casaram em setembro daquele ano. Audrey também faria Sabrina, que rendeu-lhe a segunda indicação ao Oscar.
O filho de Audrey e Mel, Sean, nasceria em 1960. Mas as coisas não foram fáceis até aquele momento: Audrey sofreu diversos abortos. A atriz queria mais do que tudo ser mãe, e as gravidezes falhadas deixaram-na extremamente deprimida.
Pediu o divórcio em 1980 e o processo se formalizou em 1982. Neste período, gravou Muito riso e muito alegria, e no fim das filmagens conheceu Robert Wolders. Tornaram-se grandes amigos e viveram juntos até a morte de Audrey.
Audrey faleceu no dia 20 de Janeiro de 1993, na cidade de Tolochenaz com 63 anos. A causa de sua morte foi um câncer de apêndice.

Mesmo depois de 20 anos Audrey continua sendo uma grande atriz e estará na história do cinema por muitos e muitos anos e sempre será lembrada como a “Bonequinha de Luxo”de Hollywood.
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Bom gente, nossa maratona chegou ao fim e foi fechada com uma das maiores atrizes dos anos 60. Espero que vocês tenham gostado, fiquem ligados no B.M que semana que vem começa a maratona dos “RAINHAS DO ROCK DOS ANOS 50,60 E 70.”
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