As rainhas dos anos 60 – parte 3 Marilyn Monroe

Bom, eu prometi pra mim mesma que iria falar apenas o necessário sobre a Norminha. Quando se trata de Marilyn Monroe eu fico extremamente chata, é serio. Enfim, vamos ao post da nossa diva.
Norma Jeane Mortenson, conhecida como Marilyn Monroe. Nasceu em Los Angeles, Califórnia em 1 de Junho de 1926, foi uma das mais célebres atrizes norte-americanas. É uma das mais famosas estrelas de cinema de todos os tempos, um símbolo de sensualidade e um ícone de popularidade do seculo XX.
Marilyn começou a carreira em alguns pequenos filmes, mas sua sensualidade e a sua presença em eventos levaram- na a conseguir papéis em filmes de grande sucesso, tornando-a uma das mais populares estrelas de cinema da década de 50. Tinha 1,67 metros de altura, 94 centímetros de busto, 61 cm de cintura e 89 cm de quadril. Apesar de sua beleza deslumbrante, suas curvas e lábios carnudos, Marilyn era mais do que um simbolo sexual da década de 50. Sua aparente vulnerabilidade e inocência  junto com sua inata sensualidade a tornaram querida no mundo inteiro. Ao mesmo tempo que era uma menina frágil e inocente, era uma mulher dominante e irresistivelmente sedutora.

O primeiro papel de Marilyn no cinema foi uma participação não creditada em The Shocking Miss Pilgrim (br:”Sua alteza, a secretaria, 1947), de George Seaton. Contracenou rapidamente com Groucho Marx em Love Happy(br: “Loucos de amor, 1950), de David Miller. Nesse mesmo ano conseguiu um pequeno mas influente papel no suspense de John Huston, The Asphalt Jungle (br: “O segredo das joias”), e o papel de Claudia Caswell em All About Eve (br: “A malvada”), estrelado por Bett Davis e dirigido por Joseph L. Mankiewicz, tendo recebido muitos elogios. A partir daí participou de filmes como As young, as you feel (br: “Sempre Jovem”,1951), de Harmon Jones, Monkey Business (br: “O inventor da Mocidade, 1952), de Howard Hawks e Don’t Bother to Knock ( “Almas Desesperadas, 1952), de Roy Boker. No entanto, foi sua performance em Niagara (br: “Torrentes de Paixão, 1953), de Henry Hathaway, que a tornou estrela.

O sucesso de Marilyn em Niagara lhe rendeu, no mesmo ano, os papéis principais em Gentlemen Prefer Blonder (br: “Os homens preferem as loiras.”), de Howard Hawks, que contou com a participação de Jane Rusell, e How to Marry a Millionaire (br” Como agarrar um milionário), de Jean Negulesco, com participaçao de Lauren Bacall e Betly Grable. A revista Photoplay votou em Marilyn como melhor atriz iniciante de 1953 e, aos 27 anos de idade, ela era sem duvida a loira mais amada de Hollywood.

No dia 14 de janeiro de 1954, Marilyn casou com seu namorado, o jogador de beisebol Joe DiMaggio, em São Francisco, na Califórnia. Eles namoravam há dois anos quando Joe pediu a seu agente que organizasse um encontro para os dois jantarem e a pediu em casamento. “Eu não sei se estou apaixonada por ele ainda”, disse Marilyn à imprensa logo no início de seu relacionamento, “mas eu sei que eu gosto dele mais do que qualquer homem que já conheci”.
Infelizmente, a fama de Marilyn e sua figura publica sexual tornaram-se um problema em seu casamento. Nove meses depois, no dia 27 de Outubro de 1954, Marilyn e Joe se divorciaram.
Eles atribuíram a separação a “conflitos entre carreiras.”, e permaneceram bons amigos.
Em 1955 Marilyn estava pronta para livrar-se da imagem de furacão loiro. Isso tinha dado a ela o estrelato, mas agora tinha a oportunidade e a experiência, Marilyn queria seguir com seriedade a carreira de atriz, queria experimentar novas sensações e poder mostrar que era mais que uma mulher que atiçava o imaginário sexual dos homens. Ela mudou-se de Hollywood para Nova York, para estudar na escola de atores de Lee Strasberg. Em 1956, Marilyn abriu sua própria produtora, Marilyn Monroe Productions. A empresa produziu os filmes Bus Stop (br: Nunca Fui Santa, 1956), de Joshua Logan e The Prince and the Showgirl (br: O Príncipe Encantado, 1957), dirigido e coestrelado por Sir Laurence Olivier. Esses dois filmes serviram para Marilyn mostrar seu talento e versatilidade como atriz. Em 1959, Marilyn brilhou em Some Like It Hot (br/pt: Quanto Mais Quente Melhor), (Some Like It Hot), de Billy Wilder, e teve seu trabalho reconhecido ao vencer o Globo de Ouro de “Melhor Atriz em Comédia”.

No dia 29 de junho de 1956 Marilyn casou-se com seu novo namorado, o dramaturgo Arthur Miller. O casal se conheceu através de Lee Strasberg, e amigos disseram que ela o deixava de “joelhos bambos”. Enquanto eles estavam casados, em 1961, Arthur escreveu o papel de Roslyn Taber de The Misfits (br: Os Desajustados), especialmente para Marilyn. Dirigido por John Huston e coestrelado por Clark Gable e Montgomery Clift, este acabou sendo o último filme completo de Marilyn e a despedida das telas de Gable.
Infelizmente, o terceiro casamento de Marilyn terminou, dessa vez no dia 20 de janeiro de 1961. A data do divórcio, ocorrido no México, foi escolhida por ser o dia da posse do presidente John F. Kennedy, nos Estados Unidos, numa tentativa de manter a separação fora das manchetes. A tática não funcionou e mais uma vez a vida de Marilyn foi alvo de fofocas, escândalos, capas de jornais e revistas pelo mundo.
Marylin já era amante de Kennedy muito antes dele entrar na Casa Branca. Kennedy ficara obcecado por ela durante sua recuperação de uma operação na coluna que o deixou imobilizado. Seu irmão Bobby pendurou, de cabeça para baixo, um poster onde Marilyn vestia um blusa decotadíssima, um short curto e estava de pernas totalmente abertas, em frente à cama do seu quarto e isso fez Kennedy ficar loucamente atraído por ela.
O caso entre eles teve início depois de seu divórcio de Joe di Maggio e continuou enquanto ela esteve casada com Arthur Miller.
Apesar de suas ilusões, Marilyn sabia que Kennedy desejava apenas a estrela cintilante de cinema, não a mulher que era. Ele pretendia livrar-se dela com elegância, pois esse relacionamento lhe prejudicaria perante os poderosos da política. Marylin, então resolveu dar um grande presente a Kennedy, dar a ele um último momento de glória: Em seu aniversário, Peter Lawford levou-o à sede do Partido Democrata, onde ela cantou com voz lasciva “Feliz aniversário, senhor presidente”. Ela estava com um belo vestido que o diplomata Adlai Stevenson descreveu como feito de “pele e pérolas. Só que não vi as pérolas.”
John Kennedy disse: “Já posso me retirar da política, depois de ter ouvido este feliz aniversário cantado para mim de modo tão doce e encantador.”
Na premiação do Globo de Ouro de 1962 Marilyn foi nomeada a “personalidade feminina favorita de todo cinema mundial”.
Na manhã de 5 de agosto de 1962, aos 36 anos, Marilyn faleceu enquanto dormia em sua casa em Brentwood, na Califórnia. A notícia foi um choque, propagada pela mídia, explorando sobretudo o caráter misterioso em que o fato se deu, prevalecendo a versão oficial de overdose pela ingestão de barbitúricos. O brilho e a beleza de Marilyn faziam parecer impossível que ela tivesse deixado a todos.

Prometi escrever pouco sobre ela mas foi impossível. Quem sabe da história de Marilyn Monroe sabe que é impossível resumi-la.
Anúncios

4 comentários sobre “As rainhas dos anos 60 – parte 3 Marilyn Monroe

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s